segunda-feira, 16 de abril de 2012

Dia da Poesia

O MEU MUNDO



O meu mundo
É um lugar cheio de magia
É um lugar
Onde toda a gente
Gostava de viver.

Neste lugar
Onde não há espaço
Para sofrer.


É um lugar fantástico
Onde há muita alegria
Amor, amizade
E onde há alguém
Que te faça companhia.


Lá no meu mundo
Não existe
A palavra noite
Nem a palavra solidão.

Mas há quem sempre
Te aqueça o coração.

No meu mundo
Ninguém é diferente
Pretos, brancos, amarelos
Tudo é gente!










6ºC

Nº3, Ana Pereira

Dia da Poesia

POEMA DE AMOR



Fico à tua espera

Deitada ao teu lado

Vemos o céu

Olhando para as estrelas.





1 de dezembro, dia marcante

Foi neste dia que tu entraste

Tudo se tornou brilhante…



Não quero viver sem ti

Nada seria igual

És parte de mim

E eu serei parte de ti…



8º B, Andreia Vieira

Dia da Poesia

Passeio pelo jardim

Em volta do amor

Como uma borboleta

À procura da sua flor.





Vi-a caída

Tentei apanhá-la

Aquela linda flor

Que eu queria guardar.





Conheci-te

E comecei a sentir

Um sentimento a desabrochar.



Pus-me a sorrir

Quando percebi

O amor que tinha para dar.





9ºB - Rafaela Teixeira, nº21

Dia da Poesia:Poemas

A ESCRITA E A MÚSICA



Escrevo no meu quarto

Escrevo poesia,

Escrevo prosa e teatro

A sinfonia…



No teatro o diabo e o anjo são a nossa companhia



A prosa mundos novos nos dá…

Às vezes perdemo-nos…mas depois recuperamos…



Poesia…que linda que é…

É quase uma melodia…



Melodia e harmonia…o que é?

É música para os nossos ouvidos…





Muitas vezes ouço o som do mar…

E dá-me a sensação que as ondas me batem nos pés…

Boa sensação…Que bela sensação sinto…



A escrita e a música são mundos diferentes…

Mas têm algo em comum…

São lindos quer sejam diferentes ou iguais.



6º C

Ana Catarina Mota, nº1

Dia da Poesia

Numa manhã por inventar, poemas em folhas e frutos pintaram a árvore da poesia.

Lindos poemas, misto de sonho e luar, cantaram o DIA MUNDIAL DA POESIA. O dia nasceu naquela escola colorida de cataventos e cores e sorrisos à sobremesa. Crianças, Crianças…

Um dia, bem longe ainda, hei de ouvir a voz desta escola …

Sempre…

Prof. Manuela Matos

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Alfabeto Grego

ALFABETO GREGO



Αα
Νν
Ββ
Ξξ
Γγ
Οο
Δδ
Ππ
Εε
Ρρ
Ζζ
Σσς
Ηη
Ττ
Θθ
Υυ
Ιι
Φφ
Κκ
Χχ
Λλ
Ψψ
Μμ
Ωω


O Mostrengo

O mostrengo que está no fim do mar

Na noite de breu ergueu-se a voar;

À roda da nau voou trez vezes,

Voou trez vezes a chiar,

E disse: «Quem é que ousou entrar

Nas minhas cavernas que não desvendo,

Meus tectos negros do fim do mundo?»

E o homem do leme disse, tremendo:

«El-rei D. João Segundo!»



«De quem são as velas onde me roço?

De quem as quilhas que vejo e ouço?»

Disse o mostrengo, e rodou trez vezes,

Trez vezes rodou immundo e grosso.

«Quem vem poder o que só eu posso,

Que moro onde nunca ninguém me visse

E escorro os medos do mar sem fundo?»

E o homem do leme tremeu, e disse:

«El-rei D. João Segundo!»



Trez vezes do leme as mãos ergueu,

Trez vezes ao leme as reprendeu,

E disse no fim de tremer trez vezes:

«Aqui ao leme sou mais do que eu:

Sou um povo que quere o mar que é teu;

E mais que o mostrengo, que me a alma teme

E roda nas trevas do fim do mundo,

Manda a vontade, que me ata ao leme,

D' El-rei D. João Segundo!»
 
 
Pessoa, Fernando, "O Mostrengo"