quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA

Visando para o facto de que é cada vez mais necessário promover a leitura na sociedade, sobretudo nos jovens, o Plano Nacional de Leitura – em articulação com a RTP, com a DGLB (Direção - Geral do Livro e das Bibliotecas) e com a Rede das Bibliotecas Escolares, voltou este ano a desenvolver “O Concurso Nacional de Leitura”. Este concurso já havia acontecido em anos anteriores, sendo esta a 6ª Edição na qual a nossa escola tem vindo a participar. É um concurso que abrange os alunos do 3º Ciclo.
Para concorrer, todos os participantes leram um livro à escolha dos três que foram selecionados - “Recados de Mãe” de Maria Teresa Maia Gonzalez ; “O cavaleiro da Dinamarca” de Sophia de Mello Breyner Andresen e “Um crime no Expresso Oriente” de Agatha Christie.
Depois, no dia 19 de janeiro (quinta-feira) por volta das 14:35h, na BE/CRE, os participantes fizeram a apresentação do livro escolhido e contaram (resumidamente) a “estória” do mesmo. Houve jurados, claro!, neste caso juradas, as professoras de Língua Portuguesa. A adesão excedeu as expectativas, pois participaram dezoito alunos: três alunos do 9º ano e os restantes do 7º ano. Uma vez que um dos objetivos deste concurso é promover a leitura nas escolas de uma forma lúdica, podemos considerar que obtivemos um bom número de participantes.
Este concurso divide-se em três fases, sendo a 1ª fase, a que decorreu no passado dia 19, na BE/CRE, tendo sido selecionados, tal como prevê o Regulamento, três alunos para a segunda fase que se realizará nas Bibliotecas Municipais designadas pela DGLB. Se conseguirem ter um bom desempenho poderão passar à 3ª fase (correspondente à Final Nacional) que decorrerá em Lisboa com a colaboração da RTP.
Termino, assim, com a lista dos vencedores da 1ª Fase desta 6ª Edição do Concurso Nacional de Leitura, deixando votos de que tenham um excelente desempenho. Agradeço também a presença de todos, desde os participantes, aos organizadores, às juradas e à fotógrafa.
 E não se esqueçam: LEIAM MUITO !
Vencedores da 1ª Fase da 6ª Edição do Concurso Nacional de Leitura
                                                        

 


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Conto de Natal

             Era uma vez um menino muito pobre cujo pai tinha falecido e a mãe era muito doente. Por esse motivo, o dinheiro que eles tinham mal chegava para comer.
O menino estava muito feliz, porque estava a chegar o Natal. Sentou-se então à mesa para escrever uma carta ao Pai Natal e, de seguida, pô-la num velho sapatinho.
Depois, foi para junto da chaminé e pôs-se a examinar o local por onde iria descer o Pai Natal. A mãe, escondida, estava a observar o menino e vendo que ele acreditava mesmo que o Pai Natal lhe iria trazer um brinquedo, ficou muito triste sem saber como lhe iria dar um brinquedo.
O menino olhou para trás, viu a mãe a chorar e disse-lhe:
- Eu sei que tu não podes dar-me brinquedos, mas o Pai Natal vai-me dar.
Entretanto, um vizinho, que não tinha filhos e sabia que aquela mulher era muito pobre e não tinha como dar um presente ao filho, decidiu, na noite de Natal, vestir-se de Pai Natal e bateu-lhes à porta.
O menino, quando viu o Pai Natal e este lhe entregou um brinquedo, ficou muito feliz e disse:
- Hoje é um dos dias mais felizes da minha vida. Obrigado, Pai Natal!
A mãe, emocionada, apercebendo-se que era o seu vizinho, agradeceu-lhe a chorar, mas agora de alegria pelo seu gesto generoso.

Ana Mendes Nº 1 8º B

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Escrita

Fórum Escrita                 

A Escrita ou o  Espaço de Liberdade da Palavra
A escrita deve ser perspetivada como produto ou como um conjunto de processos? Que mecanismos estão subjacentes a esta competência? Que experiências de aprendizagem proporcionar no contexto sala de aula de forma a promover a escrita?
O professor deve criar momentos de escrita verdadeiramente significativos. Deve propiciar situações que façam surgir a necessidade de produção de texto. Deve abrir novas possibilidades de escrita, de comunicação efetiva.
A escrita deve tornar-se fonte de prazer e de libertação.
Que percursos didáticos seguir na conquista da escrita? Que fatores exteriores ao escrevente podem influenciar a sua atividade de escrita?
O destino dado aos textos produzidos pelos alunos pode ser um fator de motivação. A publicação dos textos produzidos no Jornal escolar, em blogues, a participação em concursos, o intercâmbio escolar e interescolar, torna o seu trabalho verdadeiramente significativo e divertido. A escrita adquire um sentido.
A aquisição da escrita conjuga o saber e o afeto. A motivação e a afetividade influenciam as atividades cognitivas. Há um longo caminho a percorrer no sentido de privilegiar a motivação na aprendizagem da escrita. A motivação está ligada aos processos cognitivos, arrastando consigo o saber escrever: a planificação do texto, a organização dos conteúdos, a textualização, a revisão.
O escrevente competente, no seu percurso de construção da escrita, adquire estratégias de compensação, estratégias de remediação e de reforço que o tornam capaz de detetar erros e determinar processos a adotar na correção dos seus textos, isto é, estratégias de adaptação dos seus escritos à situação escolar do processo de ensino e aprendizagem.
Através da motivação afetiva, os escreventes são levados a realizar exercícios de aperfeiçoamento de texto que permitem uma reflexão sobre a linguagem. Neste processo de revisão textual, o professor leva os alunos a verbalizar o pensamento, a pensar e a "prescrever, no sentido do que deve ser feito".
O sujeito - aluno escrevente, através da atuação plural do professor, centrada na meta-análise dos textos produzidos, consciente da finalidade do que escreve, numa situação comunicativa plena, torna-se capaz de:
"Escrever para aprender a escrever";
"Escrever para construir e expressar conhecimentos";
"Escrever em termos pessoais e criativos".
Assim, a aula de Língua Portuguesa atinge uma nova dimensão, ao sabor de novos/outros sentidos e transforma-se num espaço e num tempo de múltiplos caminhos em que o escrevente é autor da sua aprendizagem, no seu percurso de libertação da palavra. A aula de Língua Portuguesa torna-se num lugar de "criação de situações de escrita significativas", do "tempo" da escrita, da verdadeira"compreensão"de funções da escrita", de "vivência de situações diversificadas"/múltiplas, onde se aprende a "construir diferentes tipos de texto", de "desenvolvimento de competências, gráfica, ortográfica e compositiva", de "apoio explícito aos processos de planificação, textualização e revisão", onde se produzem "materiais de apoio acessíveis e de "valorização das produções dos alunos: Jornais de Turma, de Escola, blogues...".
Escrever...
Escrever para sentir
Escrever para estruturar o pensamento
Escrever para compreender
Escrever para viajar
Escrever para conhecer
Eu e o outro...
Eu
Professor
Fico aqui
Nesta margem
Permaneço
Sonho
Escrevo...                                         
Até outra aventura
Noutras  margens 
Noutros sonhos...
Manuela Matos
                                                                                                                                                               

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Curva e contra curva

Os professores também escrevem!

Começo a ler este poema e vêm-me logo à memória as vinhas em socalcos do Douro e sinto o vento a rodopiar e o sol quente neste outono e a minha alma voa na loucura de pensamentos e emoções...Tal como eu, convido-vos a ler e a sentir este poema escrito pela professora Ana Mofreita!
Prof. Manuela Matos
Curva e contra curva
espaço de memória barroca ,vinhedos   em socalcos
 em degredos !
sonhos    ao vento  com  magias
assobia …o vento!
calma !
-tudo  cai  e tudo rodopia …
Verão seco , de setembro em estio
 desumano,
Quente !
vai
Chegando …
O
Inverno…
Nesta loucura de pensamentos
Neste brilho iminente de mais uma arriba
Caindo e subindo.
Em frente a terra simboliza
A música orgânica de um povo que demonstra que há vida
 História!

Ana Mofreita
26 de Outubro de 2011

Frutos

Frutos
Melancia, cerejas,
Morangos, ananás
Ameixas, fizalis
Sabores que deliciam os meus sentidos
Que ternura para os meus lábios
Quando são por mim comidos!
Melão, pêssegos,
Maçãs, laranjas
Uvas, amoras, maracujás
Sumo que corre na minha garganta
Aconchegando o meu estômago
Maravilha que cresce da planta!!
6º D
Leonor Ribeiro, nº 18
Professora: Clara Matias